segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Maldita Insana!



Com certeza ele se fudeu perdeu o controle, conheceu a Insana.Não há mais nada que o faça entender como chegou a esse ponto, Foge de tudo que tem relação a ela, mas acaba voltando ao mesmo lugar.É foda, mas ela não proporciona nada do que ele realmente precisa para esse momento de sua vida, mas ela tem tudo o que ele realmente quer -"Vivemos para o que desejamos, não para o que precisamos"- pensa ele.


Obviamente insana, extremamente infantil, dolorosamente sincera, comicamente arrogante, extravagantemente "de lua", visivelmente frágil, internamente forte, lamentavelmente "de ninguém", invejavelmente flexível, sutilmente amável, certamente amiga, cuidadosamente inimiga, discretamente inteligente, sabiamente ouvinte, claramente segura, momentaneamente perdida, incansavelmente conselheira, persistentemente sonhadora, certamente única. 


- o que faz dela não o necessário, mas o Almejo. Foda-se o Necessário!! Certamente vão passando os meses, ele não tem nada. Mas ainda há chances? (de merda nenhuma, ilusão). Agora ele sabe que há quilômetros de distância que fazem de sua vida a "vida de rumo certo"- e ele? Querendo se perder desesperadamente. Ele espera se curar do veneno que o consome, vindo da ponta de um espinho de flor aparentemente inofensiva, se reabilitar de um vicio, pelo excessivo desejo do arco-do-cupido. Que ironia! Num dia ele sente-se dono de tudo e no outro sente que não tem porra de nada! Maldita Insana!
        By: Most
                              Texto de L.H.Calazans 02/2011

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